terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O que vivi dos filmes: O Poderoso Chefão.


Saga “O Poderoso Chefão (I, II e III)”

Demorei muito para assistir a todos os filmes, na verdade só vi a segunda parte há alguns meses e a terceira hoje! Tantas lições poderosas nós podemos extrair desta estória maravilhosamente contada, como uma grande ópera, em três atos monumentais. Vou tentar ser breve com o que penso ser o grande tema desta obra. 

Hierarquia é algo importante, porém naturalmente o novo substituirá o velho um dia e, normalmente, esta substituição não se dará de forma serena. É muito difícil abrir mão de algum tipo de poder ou autoridade, por isso todos os sistemas sentem quando suas lideranças perdem um pouco de vitalidade e buscam, por vezes através da “revolução”, um novo caminho. Todo ser humano precisa de um líder, um conselho, um padrinho. Bons líderes são aqueles que sabem a hora de transmitir sua liderança no momento preciso –Vide Vito Corleone e Michael Corleone.

Todo homem deve possuir uma conduta baseada em valores, porém esses valores não podem ter tamanha rigidez que obriguem a atos bárbaros. Por vezes é necessário rever nossos próprios valores em detrimento às atitudes que devemos tomar simplesmente para demonstrar nossa dureza de princípios. Um “rei” extremamente rígido e cegamente justo tende à solidão e abandono.

Um homem de verdade deve ser educado e respeitoso mesmo com seus inimigos. Nosso maior inimigo é a nossa ansiedade e impetuosidade. Analise, ouça os mais sábios e saiba agir como uma lâmina no momento certo. Há momentos em que se deve tomar decisões, normalmente as mais duras e definitivas, com a responsabilidade de nossas consciências somente.

Bem, poderia ficar páginas e páginas aqui, mas não vou me alongar. Uma ultima grande lição – “Todo homem pode ser morto”, ou seja, saiba dialogar e proteger-se, saiba ouvir e defender-se, por ultimo, saiba quando atacar e o faça de uma só vez!

Boa Semana Galera!





Algum dia - e esse dia pode nunca chegar - Eu vou lhe pedir para fazer um serviço para mim. Mas até esse dia, aceite essa justiça, como um presente.
Don Vito Corleone




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